Biografia
Do ditador italiano Benito Mussolini descreve os encontros sexuais que ele mantinha na sede do governo e reforça a tese de que sua morte se deu a mando do premiê britânico Winston Churchill, tudo isso resgatado pelo historiador francês Pierre Milza na biografia ¨Mussolini¨(Nova Fronteira), que reconstitui a trajetória do fundador do fascismo à frente do governo da Itália por mais de duas décadas. Como todos os italianos, ele achava que o sexo feminino não devia passar de um certo nível na escala social e que seu papel devia se limitar ao ambiente doméstico. Se essa postura machista valia para a esposa, certamente ela não se aplicava às admiradoras que disputavam curtas ¨audiências¨com o ditador . Eis outro depoimento selecionado por Milza, do camareiro Quinto Navarra que trablhou na sede do governo o Palazzo Venezia. ¨As senhoras visitantes eram introduzidas na sala do Mappamondo, de onde saíam uns dez minutos mais tarde, sem que nada em seu traje indicasse que tivesse acontecido entre elas e o chefe do governo algo mais que uma troca de palavras amáveis.¨Ele relata que o Duce recebia mulheres de todos os tipos e de todas as condições, se não de todas as idades. Mas preferia as balzaquianas e não fazia muitas exigências em relação à aparência física. Os encontros eróticos aconteciam sempre no fim de tarde. E que as investidades do Duce eram rápidas, brutais e explosivas, e que ele não apreciava os galanteios preliminares e tampouco as gentilezas da despedida. Nem um café, um licor ou mesmo um pedaço de bolo. Se o caso se tornava incômodo, dava-se logo um jeito de tirar a amante do campo de ação. Vale a pena conferir.
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